terça-feira, 23 de abril de 2024
segunda-feira, 22 de abril de 2024
quarta-feira, 3 de janeiro de 2024
Depois da longa jornada
Retorna ao mausoléu
Rumina o fracasso do dia
Com esmero
Saboreando cada detalhe
Constata a mesmice
Como força motriz
Escuta falácias
Rasteja nas brechas
E nas brenhas interditas
Escuta coceiras na superfície da louça
Desmorona ao despertar
Implode na solidão da brisa artificial
Elabora o fel
Como quem degusta miríades
Não vividas.
03/01/2024
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
O
sol se pondo depois das fábricas
depois das árvores...
Labaredas que anunciam o amanhã.
Um sopro radiante de lusco-fusco
Pintalgado de miríades em brasa...
Nuvens são colossos que resguardam o descanso.
A beleza inconsciente do natural
gravando na existência.
Reverberando na possibilidade a incompletude.
Janeiro - 24/01/2023
quarta-feira, 18 de maio de 2022
sexta-feira, 6 de maio de 2022
sexta-feira, 30 de julho de 2021
O acalanto do firmamento
beija o solo infestado.
Aqui
Entranha seca
Pele esturricada da lida solar
Do outro lado da porta
O nada de sempre a ser vivenciado.
A pequena janela de luz.
Usina de pensamentos indesejados.
Páginas grudadas pelo mofo
O desejo desliza
No vazio esplêndido da Repulsa
O desejo desliza
No vazio esplêndido da Repulsa
Frio nos pés
Mãos trêmulas
Arrocho
O espelho grita
O espelho grita
A navalha da vida teima.
Viscosa pocilga chamada solidão
Tudo em mim ressoa derrota!
2021
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