Esquizolife
delírio recorrente,náusea malsã, hipérbole da ruína!!!
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
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Silêncio paira sobre minha mão Nada quer sair Vinil gira eternamente mudo Esfaqueando mil nadas em meus flancos frágeis Eterno murmúrio de b...
4 comentários:
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Meu corpo está envenenado Todo o maquinário jaz em ruína A voz soa quase inaudível Indo e voltando Como um...
Um comentário:
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Com um sorriso amarelo Agosto bate me mimnha porta O corpo retumba em hesitação Sim Ele vem Com dentes podres Bafo gélido Adentrando a alcov...
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Uma víbora beijou-me os pés Como se fossem imensas moscas Uma víbora Um veneno Imensas línguas As bocas-de-lobo Arrotando ressacas transcend...
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Há euforia e dor em todo o corpo Antigos cortes querendo abri-se Toda a carcaça baila espasmódicamente em pura letargia O passado vem como u...
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Ao longo caminho do revés Reservo minha alma Reservo ao entardecer Toda a minha angústia Desembesto minha carcaça Por um redemoinho de louca...
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As raparigas cantam no crepúsculo Balançam seus vestidos Imensas pétalas de pequena na flor Esgoelam timbres agônicos As crianças embaladas ...
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Agora vertigo Numa vórtice de febre e calafrios De ponta cabeça Como se fosse um pêndulo A jorrar pus e desespero Eu?!? Sim! Eu sem rumo Sem...
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Até penso em refugo Pois jaz em apatia todo o pensar A alma já não ruma com certeza E a cítara eólica despeja canções agônicas Aos tímpanos ...
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A doença é um estado de poesia Um escuridão Um membro em dor Trespassado por agulhas negras Não. Imagens furtivas diante do olhar cansado Ma...
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