segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Levantou e
religiosamente pegou da garrafa de gim.
Tomou um bom gole.
Sentia como se um elixir de vida invadisse o corpo.

Coçou o saco,
escarafunchou o nariz.

O torpor de ontem se confundia
com a ressaca de hoje.
Pegou a toalha quase podre.
O sabonete era um resto de semanas atrás.

Calor demais.

2 comentários:

  1. Anônimo16:20:00

    Fúria, irmãozinho, é nóis na fita!!!!
    Já do Rio de Janeiro, escrevo-te para abrir porta e canais da palavra anormal (acolho esta expressão de ti e faço-a nossa).
    Um abraço desde esta cidade que conheces, e que respeitas. Eu, nem tanto...
    Acha-me no orkut, Luis Maffei, eu.

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  2. Anônimo00:22:00

    Rapaz...
    Cunho no modernismo.No cotidiano.Falta trazer a coca cola e tocar fogo no apartamento!

    (o design do blog ficou massa...!!!)

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